segunda-feira, 30 de junho de 2014

Funeral Blues - W. H. Auden

Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message He Is Dead,
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.

He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.

The stars are not wanted now: put out every one;
Pack up the moon and dismantle the sun;
Pour away the ocean and sweep up the wood.
For nothing now can ever come to any good.





(Este poema foi dedicado ao André Sousa Bessa, pela namorada.)

Mas eu tenho escrito na testa "amiguinha"?

Não sei de onde é que certas alminhas retiram a ideia de que eu sirvo para aconselhamento desamoroso e de que podem vir chorar ao meu ombro. Ora, eu nem para mim sou boa. Fomento isso é? Ide desabafar das ditas cujas com as vossas mãezinhas, com gente de bodas de ouro ou com o psiquiatra mais próximo. Sei que sou boa ouvinte, paciente (qb), mas, embora possa disfarçar bem, falta-me um tanto ou quanto de sensibilidade. E de mim quem trata? Quem me ouve, me limpa as feridas, me dá conselhos realmente úteis? É por ser boazinha que acabo por ser lorpa...
E depois só apetece responder coisas impróprias e tenho que me conter tanto... basicamente todas as respostas que me aparecem na ponta da língua. Fora essas, não sei o que diga. E cá estou a desabafar aqui para aliviar e evitar anular toda a moral a uma certa pessoa... Enquanto isso, tenho que ajustar o meu filtro vocal.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

E viveram felizes para sempre: a terra prometida, nunca encontrada…

"Apesar de vivermos na modernidade, com tecnologia, globalização, multiculturalismo e progresso há certas ideias, certos preconceitos, que perduram sem que nada os sustente a não ser uma vontade indomável de que a realidade obedecesse a esse ideal e não às leis que efectivamente a governam… Uma dessas ideias é o “viveram felizes para sempre”.

A culpa está disseminada: pelos poetas e pelos escritores (e seus devaneios românticos e odes à paixão), passando pelos argumentistas e realizadores (vejam-se as comédias românticas, um dos géneros cinematográficos mais perniciosos…), pelos contos de fadas e demais contos infantis, pelas escolas, pela TV, ou mesmo pelo sonho de quem está apaixonado e quer para sempre assim ficar, ou de quem não está mas deseja estar, enfim, a cultura ocidental está cravejada de uma mitologia romântica que nunca passou o teste da realidade. Esta é uma ideia, uma mentira ensinada às criancinhas (e também aos adultos), que se torna como que um mantra que, de tanto se repetir, acabaria por se concretizar…

E não se pense que isto é uma questão de somenos importância: a criação de falsas expectativas nas pessoas é um factor destrutivo de felicidade…

O problema é que nunca na história da humanidade se provou, se vivenciou, o “viveram felizes para sempre”. Pelo menos na interpretação que nos é transmitida em que “viveram felizes para sempre” significa “viveram felizes e apaixonados para sempre”…

Sei bem que as utopias, os sonhos, podem servir o propósito de pôr o mundo a avançar. Mas não neste caso. É que não podemos mudar a condição humana! Não podemos mudar, em particular, os mecanismos biológicos que regem as nossas paixões. Criar ilusões, fantasias, nunca cumpríveis, só propicia frustração, inquietação, infelicidade. Não só a paixão não é duradoura, nem sequer é um bom mecanismo de "matching" de longo prazo. A paixão é um mecanismo biológico que, na evolução humana, visou criar laços temporários entre um homem e uma mulher para que a procriação e os cuidados pós-natais fossem possíveis. A “química” faz com que nos apaixonemos por alguém que será um bom "matching" reprodutivo (já há estudos que o demonstram) e não por quem preenche os requisitos para que uma vivência a dois, sustentavelmente feliz, seja possível…

Contrariar o preconceito
Ninguém vive, nunca viveu, nem nunca viverá apaixonado para sempre pela mesma pessoa! Os neurologistas que estudam a paixão já demonstraram como a paixão se exaure ao fim de dois anos, até porque o corpo não mais aguentaria: a paixão é um estado alterado de consciência, um vulcão químico interior que nos torna viciados e obcecados pelo outro. E nem sequer amamos o outro senão uma idealização que dele fazemos… Os padrões neurais da paixão assemelham-se aos dos cocainómanos tal é o vício e a cegueira que de nós se apodera. Por isso, muitos psicólogos aconselham a que ninguém se case enquanto está apaixonado, uma vez que não conseguimos aí avaliar se o outro é, de facto, bom para nós…

Toda esta quimera da paixão misturou-se, na contemporaneidade, com a instituição casamento (ou vivência a dois), tendo-se passado a exigir dessa instituição algo para a qual ela nunca foi testada (e para a qual, objectivamente, não foi criada): a vivência perpétua, plena e feliz, dos cônjuges… O casamento é uma instituição que foi criada por motivos económicos para juntar interesses familiares e, mais tarde, para criar um espaço para a procriação em que o homem provia o sustento e a mulher o trabalho doméstico. Nesse tempo, a lei e a moral impediam o divórcio e ninguém exigia que esse fosse um espaço de felicidade. Sendo esta a história não deixa de ser surpreendente como, de repente, se passou a demandar do casamento tamanha façanha…

A realidade, porém, vem sempre ao de cima: a taxa de separações é hoje a maior de sempre, mostrando a dificuldade da conjugação da independência individual com o projecto conjugal feliz…

Por isso se torna fundamental contrariar o preconceito e ensinar as pessoas (e desde a infância) a conviverem com a realidade e a procurarem os paraísos possíveis. No final, há sempre lugar a escolhas, mas no espaço da realidade: podemos querer viver sempre em paixão, num pulular continuado de paixões em que o amor é “infinito enquanto dura”, mas em que vamos alterando sempre o nosso parceiro (qual Vinicius de Moraes, que se casou e descasou 9 vezes…); podemos também matarmo-nos (juntamente com a nossa amada) enquanto estamos apaixonados (quais Romeu e Julieta), cumprindo assim, efectivamente, o desígnio “viveram felizes para sempre”!; outra alternativa é construir uma relação a partir da amizade e evoluir para um amor sustentável; ou aprender a amar o outro, depois de morrer a paixão que nos ligava, e conviver com a lembrança dessa paixão; ou alicerçar o casamento num qualquer compromisso (religioso, familiar, económico, etc.) e manter essa empresa em bom funcionamento…

Enfim, nesta vida podemos querer ter tudo mas nunca vamos ter tudo. Se queremos ser felizes é bom estarmos preparados para o real e começar por não ensinar mentiras às criancinhas…"

Texto de Gabriel Leite Mota • 16/04/2013 
http://p3.publico.pt/actualidade/sociedade/7500/e-viveram-felizes-para-sempre-terra-prometida-nunca-encontrada

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Descobri que nunca vou conseguir ser feliz

Tenho uma dúvida existêncial... Existe o amar desmesuradamente, a eterna paixão, as borboletas permanentes, e o happily ever after?.. Ou não passa tudo de ilusão e contos de fadas... É possível ter uma vida a dois, ambos apaixonados e felizes? Ou isso desvanece mais tarde ou mais cedo e te deparas com a opção de continuar dentro do possível e do sentimento existente, ou de procurar nova paixão? Penso que o meu problema reside no facto de ser (apesar de não parecer, de todo) uma romântica incurável. Não no sentido de ser cutxi-cutxi (que não sou), de ser melosa (que não sou), de dar tudo de mim à outra pessoa (que não dou, fruto das minhas lindas vivências passadas), nem de ser romântica no seu sentido lato (que também não sou). Mas sou na parte em que acredito num amor à primeira vista e para sempre. Num amor que nos arrebata, que vira o mundo ao contrário. Num amor inalterável, que não desvanece após dois anos. E sendo nisso que acredito, é isso que procuro. Ora pois que me deparo com o seguinte bloqueio: se procuro uma ilusão, se o meu objectivo é um conto de fadas irreal e inalcançável, nunca será atingido. Vou procurar sem nunca encontrar. Pois, a solução lógica parece fácil na teoria...deixar de acreditar. Mas quão fácil será na prática, abandonar as nossas convicções, o que crescemos e aprendemos a valorizar, o que interiorizamos como certo? Aceitar que a realidade é outra, e que a escolha é entre ficar sozinha ou ter uma a vida a dois não num amor arrebatador mas numa convivência harmoniosa (dentro do possível), numa conciliação de personalidades, simplesmente. É mesmo assim? Será? Que não existem, de todo, contos de fadas e finais felizes?
 

domingo, 22 de junho de 2014

Uma cigarrada

E um choro bem dado era só o que pedia neste momento. Porque é que o timing nunca bate certo?

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Como pessoa metódia que sou,

tenho uma agenda. Não gosto de me esquecer de nada, então aponto tudo, seja acontecimentos, eventos, gastos extraordinários, além de aniversários, reuniões, etc. Não é um diário, porque não descrevo nada, isso deixo reservado à minha memória apenas. São só apontamentos, mas sei o que fiz na semana toda e sei o que tenho já planeado para a próxima. Agora mesmo, estive a apontar qualquer coisa, e folheei para trás. Dei por mim num flashback destes últimos 6 meses, parece que ainda ontem se iniciou o ano de 2014, e no entanto, tanto se passou. Tem sido um ano muito confuso, e não no bom sentido. Tanta instabilidade, tanta má notícia. Tento pensar em coisas boas, mas... não está fácil. (a música que estou a ouvir e o estado do tempo, definitivamente, não ajudam para este estado de espírito). Estou esperançosa que o segundo semestre me surpreenda pela positiva. Não quero mais complicações, gente complicada e/ou com complicações adjacentes, stay away! E pessoas que batem mal também!


Só te desiludes...

...porque crias ilusões. Criar ilusões é inconsequente e ao mesmo tempo incontrolável, em certa medida. Podes ter uma determinada perspetiva, de te manter inalterável e incólume, e quando dás por ti, too late, já foste. Aqui a questão é...como controlar uma coisa incontrolável?



quarta-feira, 18 de junho de 2014

Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Miguel Esteves Cardoso

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É  preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para  sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.

Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'

Dualidade

É possível gostar de duas pessoas ao mesmo tempo? Digo gostar-gostar, não me refiro a atrações e essas coisas superficiais, porque isso ainda ocorre dentro da normalidade, toda a gente tem olhinhos e não andamos com vendas nem palas como os burros... E levar isso adiante é outra conversa que não é praqui chamada. Digo gostar mesmo de duas pessoas, sentir paixão pelas duas, ao ponto de criar indecisão, sem se saber se vira para a esquerda ou para a direita. A mim parece-me um tanto ou quanto fantasioso e dilatório, no sentido de perpetuar uma situação sem tomar uma decisão definitiva... Ficar com os dois pássaros na mão. Porque se surge a segunda pessoa, deve-se a alguma instabilidade da primeira, a problemas no paraíso.  Mas isto é a minha perspetiva, não sei se serei demasiado línear na linha de raciocínio, o que para mim é impensável, poderá ser a realidade para muita gente... Apesar de não conseguir definir muito bem os meus sentimentos, sou preto no branco, ou é carne ou é peixe, não há misturas (será isto uma contradição ou será que me entendem?), daí que não me encaixe esta coisa de se gostar de duas pessoas em igual medida, será que tenho o coração pequenino e há quem o tenha muito grande? Alguém que me ilumine.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Emptiness



Por vezes é impossível ver o copo meio cheio, quando a única sensação que vem à tona é um vazio. Sensação de impotência. É difícil tentar perceber tudo isto, nem sei sequer se o meu erro é mesmo esse, tentar perceber tudo. Não sou pessoa de "deixa andar", infelizmente. E muitas vezes perco-me no que realmente importa, porque dou demasiada importância a tudo, mesmo ao que, muito provavelmente, não merece. E dentro das coisas que importam, deveria incidir a minha atenção e preocupação no que consigo controlar, modificar, melhorar. Mas se já me falha a primeira distinção, então esta, uii... Neste momento não me sinto a controlar nada, nem a minha própria vida, sinto-a a passar-me ao lado.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Baby or no baby

Pois bem que de momento a minha viatura se encontra equipada com cadeirinha de bebé. Obviamente da sobrinha (sou uma tia né). Ah e tal, vão pensar que tens bebé e já és mãe, e fogem de ti a 7 pés. E qual é a diferença, pergunto eu? Pior panorama do que o que está, deve ser difícil. Assim como assim, quem sabe se não resulta ao contrário. Fuck it. 

terça-feira, 10 de junho de 2014

Selachofobia

Não sei se terá sido mesmo assim, se o tubarãozinho terá virado presa, mas que o sejam os outros todos também... Podem ir todos assombrar os mares do além.

A notícia aqui.



domingo, 8 de junho de 2014

Should I know?

O meu problema é não saber o que sinto nem querer/conseguir destrinçar isso. Como se desvenda? Neste momento não sei se sinto saudades ou se é hábito... Quando um hábito se cria, mesmo que não seja por nós, é dificil desabituar. Quando o que é hábito falha, dá-nos uma sensação estranha, de vazio, de... Sei lá. De faltar qualquer coisa, porque é mesmo isso, falta qualquer coisa que nos habituaram a ter. Mas as saudades também são isso... Como se distingue esse sentimento, da saudade? Porque isso não significa que seja saudade, porque se o hábito nos é implantado, e depois é retirado, é natural que cause estranheza. Certo? Ou estarei a confundir as coisas?

sábado, 7 de junho de 2014

Milka Oreo

Se nunca provaram, muito sinceramente, aconselho a que não o façam. Correm sério risco de ir parar às reuniões de MOA (Milka Oreo Addicted) como eu. Desde que provei tal iguaria, não consigo estar com mais nenhum chocolate. E quando o desnudo da embalagem que o envolve, não sou capaz de parar. É só um bocadinho. E mais outro bocadinho. É o último. Só mais um quadradinho para acabar a filinha. Juro-vos, cria vício. E dou por mim e lá se foi a embalagem inteira. A vaquinha roxa é o demo.


sexta-feira, 6 de junho de 2014

E tem momentos assim

Em que a tristeza te consome, sem avisar. E deixo-me cair. Porquê não sei. É qualquer coisa que te incomoda mas que não sabes explicar. Apenas sentes. Algo que está mal, algo que falta... Sim, é algo que falta. Mas se não sabes o quê, como podes sentir a sua ausência? Ou será que sabes?

Às vezes não apetece falar

Às vezes simplesmente quero estar na paz do senhor, sem ter que estar a fazer conversa, inventar temas, forçar assuntos e sorrisos. Acontece no cabeleireiro, manicure, fisioterapia, massagens... Esse tipo de serviços. Quem os presta até pode pensar que se quer sempre conversa, mas não. Eu não. Principalmente nas massagens! Quero estar a curtir o momento, em silencio, e não me deixam. Eu sei que o silêncio pode ser incomodativo, intimidante, vá, assustador, por vezes. Mas não tem mal nenhum, a sério, muitas vezes é preferivel. Eu gosto de conversar, juro que sim, mas além de não fazer questão de falar nestas circunstâncias, fazer conversa de circunstância não é a minha onda. Não sou anti-social, ok?

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Hipocondrismo strikes again

Descobri que tenho uma doença. Quer dizer, descobri o que era, pelo menos, porque já tenho há muito tempo, mas não sabia que era doença. Doença de Raynaud. Diz que a gravidade varia de média a séria. Uhhhhh.... O que é? Nada mais, nada menos, que os meus dedinhos ficarem sem circulação, ficam assim amarelinhos e dormentes, quando sou exposta a temperaturas mais baixas. Eu sempre disse eram eles a morrer. O que eu não sabia é que poderia avançar para gangrena. Mas penso que a minha doença é ligeira, nunca adquiriram a cor azulada, portanto acho que para já estou safa. Além da temperatura baixa, outra causa é o stress. E para tal, aconselha a minha amiga wikipédia a, se possível, não vivenciar situações stressantes. Obrigada, amiga, eu que fazia o possível e o imaginário para ter stress na minha vida, a todo o momento e a toda a hora, agora vou tentar conter-me e ser zen, para não ficar com os dedos amarelinhos e dormentes. Se eu soubesse disto há mais tempo, poderia ter sido tão mais feliz.

terça-feira, 3 de junho de 2014

segunda-feira, 2 de junho de 2014