quarta-feira, 21 de maio de 2014
A evitar - parte I
Gajos a evitar:
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Baby steps
Apareces-me sem eu contar, sem estar prevenida. Pensei que não ias. Nem quis saber, nem pensei nisso, convicta de que me seria indiferente, que não afectaria. Até porque já me tinha esquecido de ti, já não estavas presente no meu quotidiano diário, nem semanal sequer. Tenho perfeita noção de que não há quaiquer frutos a dar desta ligação, de que é um beco sem saída, por inúmeras razões. Já nem sequer penso além disso, em hipotéticas situações e "ses". Atingi o estado de consciência e tranquilidade relativamente a ti. Óbvio que não significa que seja totalmente imune à tua (estúpida) pessoa, isso é um estado que me falta alcançar. Ainda és um bocadinho o meu calcanhar de Aquiles. Para a próxima será diferente, vais ver. Baby steps in progress.
sábado, 17 de maio de 2014
Dos instintos
De vez em quando tenho instintos consumistas muito graves. Dizem que se deve seguir o nosso instinto?
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Coisas aleatórias
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Dos livros preferidos...
Cinema, o que é isso?
Todas as sextas-feiras recebo email da UCI, a elencar os filmes que estão no cinema. Custa-me apaga-los, só me relembra que é coisa que não frequento, na actualidade, e não, não é pelo preço exorbitante...a minha vida social é qualquer coisa de extraordinário.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Diz que é bonito. E eu concordo.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Das saudades
Ouvir falar em queimas e trajes e cortejos e serenatas e todo o seu envolvente e complementar, batem umas saudades bem lá no fundo. Dos tempos em que era feliz sem saber. Dos tempos que acordava ao meio dia e me deitava sem ver as horas. Dos tempos que nem despertador usava. As horas nem interessavam. Dos tempos em que o álcool era o componente mais frequente da semana. E os cheetos e os doritos e as muralhas. Dos tempos em que bebiamos qualquer coisa, por mais ruinzinha que fosse. Também não interessava o que bebiamos porque bebiamos de penalti, nem lhe chegavamos a sentir o sabor. Dos tempos das capas pretas, que ficavam bem em qualquer ocasião. Da saudade. De Coimbra.
sábado, 3 de maio de 2014
Das compensações - parte II
Com a psico das compensações já só tenho 24€ na conta... Abaixo as poupanças...
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Será de mim?
E quando estás a ter uma puta de uma conversa de chacha, por mensagens, que nem apetece responder mais, de tão sem assunto e desinteressante que é? Não tenho pachorra para continuar, já nem sei o que dizer. Já dura há 24h. Com muiiito espaçamento e demora, obviamente.
domingo, 27 de abril de 2014
Das compensações...
Na 4f a aula de equitação correu-me péssimamente. Fez-me sentir uma nulidade, que sobre pressão só faço merda. E sentir-me mal no meu "happy place" deixou-me a precisar de compensação. Resumindo... Gastar dinheiro e comer coisas boas. Uma pessoa tem que levantar a moral né??
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Coisas da gula
terça-feira, 22 de abril de 2014
Alguém me explique porque é que estou sempre a tropeçar nos meus próprios pés e só faço figuras na rua.
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Coisas aleatórias
domingo, 13 de abril de 2014
Mulheres
Um dos maiores dilemas de uma gaja é saber o que vestir. Seja porque é uma ocasião pseudo-especial, seja por quem sabemos que vamos encontrar, seja porque viemos de fim-de-semana e só trouxemos umas sapatilhas. Isto de viajar light tem o que se lhe diga. E não, as mulheres não são fúteis por isto. As mulheres conseguem pensar em muita coisa ao mesmo tempo, portanto dão-se ao luxo de pensar em superficialidades destas. E temos uma tendência para complicar e sobrevalorizar tudo. Daí que o que vestimos tem extrema importância. Ok?
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Coisas aleatórias
sexta-feira, 11 de abril de 2014
My mood. At least I'm trying it to be.
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Coisas aleatórias
domingo, 6 de abril de 2014
Coisas da GULA, essa besta
Cá está ela, linda e amarela, a minha Tarte de maçã de sábado à noite, aos anos que andava atrás de uma receita assim, que fizesse jus às tartes de maçã que aparecem nos filmes. Comprovo, é deliciosa. Daqui, pel'A Maçã de Eva.
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Coisas da gula
Teorias de um ser iluminado
Segundo consta uma teoria de uma pessoa muito sapiente e transcendente, quando se é infeliz por muito tempo, significa que se vai ser muito feliz um dia. Porque Deus dá muito valor à equidade. Essa pessoa muito sapiente ainda se dignou, em trejeito de explicação, a comparar a uma outra teoria, também absolutamente infalível: quando alguém é muito bonito e perfeito por fora, esconde por dentro uma fealdade qualquer. Atenção que este ser também diz que filhos de pais divorciados, saem sempre descompensados. Ah e que quem não é/foi escuteiro não é boa pessoa.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
It´s cold outside
Acho que estou a ficar mais insensível. Fruto de diversas situações nebulosas, acontecimentos em turbina, indivíduos obtusos, ilusões estilhaçadas, esperanças fúteis, de repente o que poderia custar muito já não custa tanto, de repente já se encolhe os ombros, olha paciência, go fuck yourself. Deixo de querer saber, de me importar. Claro que não é instantâneo, mas tanto se bate no ceguinho, que o ceguinho fica todo espancadinho e anestesiado. E tudo o que vai, acaba por voltar, e penso que às tantas mereço o tratamento que certas pessoas me dão, pela insensibilidade que dei a outras, é o karma a morder-me o rabo? Oh karma, tem lá calma que acho que já te excedeste...E ao mesmo tempo, esgota-se mais um crédito, e a temperatura baixa. Como resistir às contrariedades da puta da vida? Tudo depende da importância que lhes é dada, logo, ultrapassa-se passando ao lado. Há uns bons 10 anos atrás disseram-me incha, desincha e passa. E não é que é verdade? Traz consequências, é impossível ter o melhor de dois mundos. E o pior dos dois, já se pode?
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Aos olhos de quem vê
Louvo quem gosta de mim no meu pior... Naqueles dias que estou com um ar de cadela, depois de noites mal dormidas, dias mal passados, em que o exterior manifesta o que transtorna o interior. E quando há transtorno interior, pouco importa o que visto ou como se encontram o meu cabelo ou as minhas unhas, é bem verdade que os estados de espírito influenciam a nossa apresentação visual. São pormenores que pouco interessam nesses momentos, não há espaço para eles. Cai em esquecimento que esses "pormenores" fazem toda a diferença. Que temos que gostar de nós. Porque nestas alturas nem eu gosto de mim, aliás, desgosto tanto de mim que nem quero saber de mim.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
It shouldn't
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Coisas aleatórias
segunda-feira, 31 de março de 2014
Eu dispenso
O grande segredo da felicidade não é – como os
pseudo-génios da infelicidade defendiam e defendem – não pensar. O
grande segredo da felicidade é dis-pensar. Dispensar o que é
dispensável: o que nasceu para ser dispensável. Só quem dispensa o
que tem de ser dispensável é que é feliz. E só é capaz de dispensar
quem sabe pensar. Pensar a sério. Só os génios dispensam. Qualquer burro
é capaz de pensar. Mas dispensar está reservado a uma elite de
predestinados. A uma elite de felicinados: de alienados de felicidade.
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in "O Livro dos Loucos", de Pedro Chagas Freitas
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in "O Livro dos Loucos", de Pedro Chagas Freitas
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Coisas que dizem
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