quinta-feira, 14 de agosto de 2014

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

I totally want you...I wish...#4

The Black Mamba

Odeio esta gentinha mesquinha que tanto há por aí. Gentinha que só gosta de alimentar intrigas, fomentar desavenças (entre terceiros), víboras que vão semeando tanto veneno em vários cantos. Vou começar por lhes fazer um elogio. Louvo a capacidade que tem de nunca lhes cairem em cima as pedras que lançam. Conseguem colocar Y contra Z, dando ali e levando daqui, num jogo de cintura chamado "pau de dois bicos" ou "dupla face". Vão atenado o fogo porque gostam de ver tudo a arder. No final, auto-intitulam-se "sem maldade nenhuma" e "transparentes". Adoooooro este diz que disse, é tão útil como umas havaianas para andar na neve. E ainda perguntam porque reservo a minha intimidade para mim própria e pouco mais? That's why. Não tem vidinha própria, ou a mesma é tão interessante, que tem que andar a dissecar a dos outros. O problema não é falar. O problema é falar com maldade, inventar, mentir, dizer uma coisa aqui e outra ali, propiciar mal estar.O toque de génio, a cereja em cima do bolo, e o twist do final é... conseguem virar o jogo de modo a serem vítimas, ofendidas, e inocentes no cenário todo. Isto quando alguém tem a ousadia de lhes apontar o dedo. Há gente (inha) que precisava de passar umas férias numa solitária. E levar com um jacto de água gelada todos os dias no focinho. Isto sem recorrer à violência física, obviamente.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Farta deste mundinho

Ás vezes tenho uma vontade inexplicével de atirar o carro contra um muro ou abaixo duma ponte. Mas depois tenho pena do carro. É como estamos.

RIP Robin Williams

"I used to think the worst thing in life was to end up all alone. It's not. The worst thing in life is ending up with people who make you feel all alone." - Robin Williams

Nem mais, Robin, nem mais...

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Da leviandade do amo-te

Hoje em dia o amo-te está banalizado. Eu faço a minha cota parte no sentido contrário. Fruto da minha enorme sensibilidade passional (not), na minha decrescente confiança e capacidade em confiar em outrém, e no consequente medo de rejeição. São traumas. Já o disse, sim, e onde foram parar? Não consigo explicar, é algo que já não me diz muito. Tive uma relação de 2 anos em que nunca tal palavra foi por mim proferida. Já ouvi dizer que foi por não o ter sentido. Eu acho que senti. Simplesmente nunca o consegui dizer (nesse último relacionamento), o que de simples, na verdade, não tem nada. Simples é dizer da boca para fora, dizer à toa. É pena. Se calhar é porque sou do contra, enquanto que tanta gente o anda a distribuir como folhetos da Meo ou do professor Xibanga, não me sinto impelida a tal. Pronto. Não é defeito, é feitio, pode ser?



Alguém me chamou "control freak"...





terça-feira, 15 de julho de 2014

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Da revolta III

Não sou secundária, nem alternativa, nem complementar.

Da revolta II

O meu carro aparecer riscado.

Da revolta

Mas quem é que ainda paga as contas na caixa multibanco?? Irra. 

Estou revoltada. Profundamente

I was kinda bitchy in highschool...

Nunca foi propositado... Tomei consciência disso ao ler um caderninho onde escrevi tantas mas tantas sms's... Mas é melhor explicar em que sentido fui bitchy. O liceu deve ter sido a minha época alta de atenção do sexo masculino. De maneira que tive alguns que se apaixonaram por mim. Mas não ao mesmo tempo. Mas ao ler o caderninho notei um certo modus operandi. Com o "A", o "F" e o "B", aconteceu o mesmo. Conheciamo-nos, começavamos a falar e trocar msgs, eles começavam a dizer o quanto gostavam de mim e tal, eu sempre sem abrir o jogo, tudo muito virtual (eu era super inocente, e a minha mãe sempre manteve rédea curta na sua única filha), e quando chegava à altura em que eu tinha que tomar uma atitude (por exmplo retribuir os sentimentos), dava para trás. Estes 3 ficaram na memória porque gostaram mesmo de mim (estilo escrever cartas, deixar-me rosas, roubar o carro dos pais e percorrer 40km só para me ver à janela, gastar o saldo todo do telemóvel - sim, as sms's pagavam-se bem!!!), e, apesar de ter conversado muito com eles, nunca se passou absolutamente nada físico. Porquê? Nunca me apaixonei por nenhum deles... Nem tentei. Mas gostava da atenção, e deixava andar... Mau em dois aspectos: causei-lhes esperanças/sofrimento sem eles merecerem; e poderia ter tentado, quem sabe se não perdi entre eles o amor da minha vida.

Tal e qual a minha sacaninha...


...Mas a minha não vomita, é mesmo insaciável.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

É tão previsível...

Quando um amigo vem falar contigo, assim do nada, mas daqueles amigos que desaparecem durante meses... A conversa desenrola (e é sempre do mesmo estilo), e que se descobre? Acabou o relacionamento. Mas é tão típico que até mete nojo. Tenho dois ou três amigos que quando vêm falar comigo, é certinho que já não namoram. Nada contra não andarem em conversas, enquanto namoram, por mim, na boa, compreensível, respeito, admiro. Mas o que me chateia é virem mal acabam. Será que têm alguma lista de recurso? Nem sei se deva ficar ofendida ou levar como elogio. Mas que me irrita um bocadinho, lá isso sim. Muito básico, previsível, forçado.

É isso aí.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Selfies

Mais alguém concorda que as selfies já enjoam? Epah, as selfies já existem há ennes, ou pelo menos o acto de auto-fotografar sim, lá porque lhe atribuiram um nome, agora não se fala em mais nada? Selfies para aqui, selfies para ali, dia de selfies, não é o conceito que chateia, é o só se falar nisso quando nem é nenhuma novidade inventada agora. Pronto, era só isto.