domingo, 22 de junho de 2014
Uma cigarrada
E um choro bem dado era só o que pedia neste momento. Porque é que o timing nunca bate certo?
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Coisas aleatórias
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Como pessoa metódica que sou,
tenho uma agenda. Não gosto de me esquecer de nada, então aponto tudo, seja acontecimentos, eventos, gastos extraordinários, além de aniversários, reuniões, etc. Não é um diário, porque não descrevo nada, isso deixo reservado à minha memória apenas. São só apontamentos, mas sei o que fiz na semana toda e sei o que tenho já planeado para a próxima. Agora mesmo, estive a apontar qualquer coisa, e folheei para trás. Dei por mim num flashback destes últimos 6 meses, parece que ainda ontem se iniciou o ano de 2014, e no entanto, tanto se passou. Tem sido um ano muito confuso, e não no bom sentido. Tanta instabilidade, tanta má notícia. Tento pensar em coisas boas, mas... não está fácil. (a música que estou a ouvir e o estado do tempo, definitivamente, não ajudam para este estado de espírito). Estou esperançosa que o segundo semestre me surpreenda pela positiva. Não quero mais complicações, gente complicada e/ou com complicações adjacentes, stay away! E pessoas que batem mal também!
Só te desiludes...
...porque crias ilusões. Criar ilusões é inconsequente e ao mesmo tempo incontrolável, em certa medida. Podes ter uma determinada perspetiva, de te manter inalterável e incólume, e quando dás por ti, too late, já foste. Aqui a questão é...como controlar uma coisa incontrolável?
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Miguel Esteves Cardoso
Como é que se esquece
alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que
nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente
como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se
separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não
está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir,
os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar
Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer
devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode
ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem
se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores
peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá.
Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso
aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está
doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em
que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do
coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho.
Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas.
Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer
alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto,
prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode
passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é
preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e
que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e
a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de
justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos
pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os
livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem
injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se
padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais,
para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais
conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa
espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos
com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se
depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar
correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se
cansar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
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Coisas que dizem
Dualidade
É possível gostar de duas pessoas ao mesmo tempo? Digo gostar-gostar, não me refiro a atrações e essas coisas superficiais, porque isso ainda ocorre dentro da normalidade, toda a gente tem olhinhos e não andamos com vendas nem palas como os burros... E levar isso adiante é outra conversa que não é praqui chamada. Digo gostar mesmo de duas pessoas, sentir paixão pelas duas, ao ponto de criar indecisão, sem se saber se vira para a esquerda ou para a direita. A mim parece-me um tanto ou quanto fantasioso e dilatório, no sentido de perpetuar uma situação sem tomar uma decisão definitiva... Ficar com os dois pássaros na mão. Porque se surge a segunda pessoa, deve-se a alguma instabilidade da primeira, a problemas no paraíso. Mas isto é a minha perspetiva, não sei se serei demasiado línear na linha de raciocínio, o que para mim é impensável, poderá ser a realidade para muita gente... Apesar de não conseguir definir muito bem os meus sentimentos, sou preto no branco, ou é carne ou é peixe, não há misturas (será isto uma contradição ou será que me entendem?), daí que não me encaixe esta coisa de se gostar de duas pessoas em igual medida, será que tenho o coração pequenino e há quem o tenha muito grande? Alguém que me ilumine.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Emptiness
Por vezes é impossível ver o copo meio cheio, quando a única sensação
que vem à tona é um vazio. Sensação de impotência. É difícil tentar
perceber tudo isto, nem sei sequer se o meu erro é mesmo esse, tentar
perceber tudo. Não sou pessoa de "deixa andar", infelizmente. E muitas vezes perco-me no que realmente importa, porque dou demasiada importância a tudo, mesmo ao que, muito provavelmente, não merece. E dentro das coisas que importam, deveria incidir a minha atenção e preocupação no que consigo controlar, modificar, melhorar. Mas se já me falha a primeira distinção, então esta, uii... Neste momento não me sinto a controlar nada, nem a minha própria vida, sinto-a a passar-me ao lado.
domingo, 15 de junho de 2014
E foi assim a minha semana.
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Coisas aleatórias
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Baby or no baby
Pois bem que de momento a minha viatura se encontra equipada com cadeirinha de bebé. Obviamente da sobrinha (sou uma tia né). Ah e tal, vão pensar que tens bebé e já és mãe, e fogem de ti a 7 pés. E qual é a diferença, pergunto eu? Pior panorama do que o que está, deve ser difícil. Assim como assim, quem sabe se não resulta ao contrário. Fuck it.
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Coisas aleatórias
terça-feira, 10 de junho de 2014
Selachofobia
Não sei se terá sido mesmo assim, se o tubarãozinho terá virado presa, mas que o sejam os outros todos também... Podem ir todos assombrar os mares do além.
A notícia aqui.
A notícia aqui.
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Coisas aleatórias,
Da hipocondria
domingo, 8 de junho de 2014
Should I know?
O meu problema é não saber o que sinto nem querer/conseguir destrinçar isso. Como se desvenda? Neste momento não sei se sinto saudades ou se é hábito... Quando um hábito se cria, mesmo que não seja por nós, é dificil desabituar. Quando o que é hábito falha, dá-nos uma sensação estranha, de vazio, de... Sei lá. De faltar qualquer coisa, porque é mesmo isso, falta qualquer coisa que nos habituaram a ter. Mas as saudades também são isso... Como se distingue esse sentimento, da saudade? Porque isso não significa que seja saudade, porque se o hábito nos é implantado, e depois é retirado, é natural que cause estranheza. Certo? Ou estarei a confundir as coisas?
sábado, 7 de junho de 2014
Milka Oreo
Se nunca provaram, muito sinceramente, aconselho a que não o façam. Correm sério risco de ir parar às reuniões de MOA (Milka Oreo Addicted) como eu. Desde que provei tal iguaria, não consigo estar com mais nenhum chocolate. E quando o desnudo da embalagem que o envolve, não sou capaz de parar. É só um bocadinho. E mais outro bocadinho. É o último. Só mais um quadradinho para acabar a filinha. Juro-vos, cria vício. E dou por mim e lá se foi a embalagem inteira. A vaquinha roxa é o demo.

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Coisas da gula
sexta-feira, 6 de junho de 2014
E tem momentos assim
Em que a tristeza te consome, sem avisar. E deixo-me cair. Porquê não sei. É qualquer coisa que te incomoda mas que não sabes explicar. Apenas sentes. Algo que está mal, algo que falta... Sim, é algo que falta. Mas se não sabes o quê, como podes sentir a sua ausência? Ou será que sabes?
Às vezes não apetece falar
Às vezes simplesmente quero estar na paz do senhor, sem ter que estar a fazer conversa, inventar temas, forçar assuntos e sorrisos. Acontece no cabeleireiro, manicure, fisioterapia, massagens... Esse tipo de serviços. Quem os presta até pode pensar que se quer sempre conversa, mas não. Eu não. Principalmente nas massagens! Quero estar a curtir o momento, em silencio, e não me deixam. Eu sei que o silêncio pode ser incomodativo, intimidante, vá, assustador, por vezes. Mas não tem mal nenhum, a sério, muitas vezes é preferivel. Eu gosto de conversar, juro que sim, mas além de não fazer questão de falar nestas circunstâncias, fazer conversa de circunstância não é a minha onda. Não sou anti-social, ok?
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Hipocondrismo strikes again
Descobri que tenho uma doença. Quer dizer, descobri o que era, pelo menos, porque já tenho há muito tempo, mas não sabia que era doença. Doença de Raynaud. Diz que a gravidade varia de média a séria. Uhhhhh.... O que é? Nada mais, nada menos, que os meus dedinhos ficarem sem circulação, ficam assim amarelinhos e dormentes, quando sou exposta a temperaturas mais baixas. Eu sempre disse eram eles a morrer. O que eu não sabia é que poderia avançar para gangrena. Mas penso que a minha doença é ligeira, nunca adquiriram a cor azulada, portanto acho que para já estou safa. Além da temperatura baixa, outra causa é o stress. E para tal, aconselha a minha amiga wikipédia a, se possível, não vivenciar situações stressantes. Obrigada, amiga, eu que fazia o possível e o imaginário para ter stress na minha vida, a todo o momento e a toda a hora, agora vou tentar conter-me e ser zen, para não ficar com os dedos amarelinhos e dormentes. Se eu soubesse disto há mais tempo, poderia ter sido tão mais feliz.
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Da hipocondria
terça-feira, 3 de junho de 2014
Quero...I wish...#3
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Tenho dito...
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Coisas que dizem
RiR I miss you like hell
Não fui ao Rock in Rio, mas fui a Serralves em Festa, que é quase a mesma coisa. Ou então não.
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Coisas aleatórias
sexta-feira, 30 de maio de 2014
A evitar - parte II
3. Gajos com namorada. Alto, calma
aí. Antes de mais, e sobretudo antes de me rotularem com nomes feios,
tenho que frisar que eu sou uma santa, não me meto com ninguém. No
entanto, há seres desta espécie que se metem comigo. Daí eu estar a pôr
estes na beirinha do prato. Metem-me nervos (é, ando nervosa
ultimamente), qual é a deles? Tenho asco a traições, quando não há
necessidade delas. Mas não indo tão longe, andarem a dizer coisas
impróprias a terceiros, para quê? Estão mal com a queridinha? Acabem ou
resolvam. Deixem de ser caniches traiçoeiros.
4. Que manifestem diferenças comportamentais quando estão em manada. Se no grupo de amigos nos tratam com indiferença ou como se fossemos invisíveis, e só se aproximam em privado, é para esquecer. Seja por que motivo for, não é bom sinal.
4. Que manifestem diferenças comportamentais quando estão em manada. Se no grupo de amigos nos tratam com indiferença ou como se fossemos invisíveis, e só se aproximam em privado, é para esquecer. Seja por que motivo for, não é bom sinal.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
É esta. To fix or not to fix.
É esta a música dos traumatizados. Quando alguém vos disser que esta é a música preferida, be aware. Vão por mim, é cautela com esta gente. Muitos sem fix possível.
As enjoadinhas
Detesto pessoas enjoadas. Aquelas gajas enjoadinhas que só apetece abanar e dar um par de estalos a ver se lhes passa o enjoo. Enfiar-lhes uma reenie no bucho, era o que era. Metem-me nervos, pronto. São sonsinhas, parece que nunca estão bem com nada, têm sempre um defeito a apontar sobre tudo. Ai que não gosto disto, ai que não gosto daquilo, porque eu não gosto de qualquer coisa, acham que isso as torna interessantes. A maneira de falar delas enerva-me. São dissimuladas. Um perigo, estas enjoadinhas. Se não as identificas logo, corres o risco de achar que estão a ser sinceras, quando no fundo há sempre um esquema por detrás de cada elogio ou observação. Para quem não as sabe distinguir, parecem boas pessoas, sempre simpáticas, e sem falar mal. Minha gente, não falam mal pela frente, falam mal por trás, é veneno puro em substituição da saliva. Fazem pela calada. Bem dizia o outro, pessoas puras são as que dizem tudo da boca para fora. Se alguma vez for enjoadinha, têm permissão para me atirar uma cadeira à cabeça.
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